[1] A felicidade é, e deve ser, um bem público, já que
todos os seres humanos a almejam. Ela não pode ser
deixada exclusivamente a cargo de dispositivos e esforços
privados. Se o planejamento governamental e, portanto,
[5] as condições macroeconômicas do país forem adversos
à felicidade, esse planejamento fracassará como uma
meta coletiva. Os governos precisam criar condições
conducentes à felicidade, na qual os esforços individuais
possam ser bem sucedidos.
[10] A política pública nasce dos anseios da população
e é orquestrada pelo poder Executivo, nas esferas
municipal, estadual e federal, sendo necessária para
educar os cidadãos sobre a felicidade coletiva. As
pessoas podem fazer escolhas erradas que, por sua
[15] vez, podem desviá-las da felicidade. Planejamentos de
política pública corretos podem lidar com tais problemas,
e reduzi-los, impedindo, assim, que ocorram em larga
escala.
LUSTOSA, Alberto Elia; MELO, Lucelena Fátima de. Felicidade Interna Bruta (FIB) – Índice de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <http://www.seplan.go.gov.br/sepin/pub/conj/conj14/artigo05.pdf>. Acesso em: 24 fev. 2014. Adaptado.
Um dos argumentos apresentados pelos articulistas para defender a importância da participação da política pública na constituição da felicidade, como bem público, está presente em