[1] Quando a Primeira Guerra começou, em agosto de 1914, não havia dúvida sobre de que lado
[2] os gaúchos ficariam. Toda a geração de intelectuais, bem como a anterior àquela e a posterior, tinha a
[3] França como segunda pátria, e onde ela estivesse estariam eles. Era o grande drama: “Ah, Paris!”. Se
[4] os alemães tomassem Paris, era o fim, não havia mais esperança, o mundo perderia o sentido sem a
[5] cidade luz. A Alemanha, coitada, ficou com o papel de patinho feio, culpada de todos os massacres,
[6] representando tudo o que havia de mal.
URBIM, Carlos (coord.). Rio Grande do Sul: um século de história. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1999.
No estudo das figuras de linguagem encontra-se a antonomásia. Embora o nome pareça complicado, trata-se apenas do recurso de substituir um nome por outro (ou expressão), que facilmente o identifique. Assinale a alternativa em que se encontra uma antonomásia, retirada do texto.