Chegam a ser tão fúteis e cômicas tais ideias “reformistas” que ninguém as leva a sério. A aplicabilidade delas na universidade poderia servir, igualmente, com ligeiras modificações, para a nomeação de cargos do judiciário, das forças armadas e, até mesmo, de empresas públicas. A proposta é tão absurda que nem merece ser comentada.