[...] a busca da competitividade, tal como apresentada por seus defensores — governantes, homens de negócio, funcionários internacionais —, parece bastar-se a si mesma, não necessita de qualquer justificativa ética, como, aliás, de qualquer outra forma de violência. A competitividade é um outro nome para a guerra, desta vez uma guerra planetária, conduzida, na prática, pelas multinacionais, pelas chancelarias e pela burocracia internacional [...]. (SANTOS apud ADAS, s.d, p. 171).
Tendo em vista as considerações apresentadas e os conhecimentos sobre o quadro geopolítico e econômico mundial, nas últimas décadas, pode-se afirmar: