A companhia Vodafone rompeu o silêncio sobre a vigilância do governo a fim de pressionar contra o uso cada vez mais amplo de redes de telefonia e banda larga para espionar cidadãos, e publicará o seu primeiro Relatório de Revelação de Atividades Policiais. O documento é o levantamento mais abrangente já divulgado sobre a forma pela qual governos monitoram as conversas e o paradeiro das pessoas. A companhia diz que os cabos estão conectados diretamente à sua rede e à de outras operadoras de telecomunicações, permitindo que agências ouçam e gravem conversas e, em certos casos, rastreiem o paradeiro de um usuário. Os defensores da privacidade dizem que as revelações constituem um “cenário de pesadelo” e que confirmam seus maiores medos sobre a dimensão das escutas.
(www.folha.com.br. Adaptado.)
As revelações que surgiram em 2013 sobre as práticas de vigilância e espionagem apontam para a precariedade de informações e a falta de transparência de diversos países sobre suas atividades estratégicas. Para esses países, as informações colhidas justificam-se pela manutenção da