A concepção prevalecente na Alemanha era de que alemães e judeus formavam duas raças inexoravelmente diferentes. Além disso, era evidente para os alemães que a maioria dos judeus havia fracassado ao absorver os modos alemães. Então, a crença axiomática na existência do “problema judeu” favoreceu a crença axiomática na necessidade de “eliminar” os judeus e o judaísmo como única solução.
(GOLDHAGEN, Daniel. Os carrascos voluntários de Hitler. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p.93.)
O texto apresenta uma interpretação para o Holocausto. De acordo com essa interpretação, a mentalidade eliminacionista de inspiração antissemita teve como origem: