A condição social dos hilotas espartanos era a de escravos do Estado, fato que os particularizava em comparação com os escravos privados dos proprietários de terras em outras cidades-estado gregas. Com a tendente militarização da sociedade espartana, a partir do século VII a.C, a formação guerreira dos jovens soldados espartanos estimulou uma alteração no papel social desempenhado pelos hilotas.
Com isso, afirma-se que: