A consciência das nossas responsabilidades indicava, imperativamente, o dever de restaurar a autoridade nacional, pondo termo a essa condição anômala da nossa existência política, que poderá conduzir-nos à desintegração, como resultado final dos choques de tendências inconciliáveis e do predomínio dos particularismos de ordem local.
(Getúlio Vargas, 10.11.1937. Apud Lourdes Sola. “O golpe de 37 e o Estado Novo”. In: Carlos Guilherme Mota (org.). Brasil em perspectiva, 1985.)
A implantação do Estado Novo, em 1937,