A Coroa portuguesa não introduziu quaisquer melhoramentos técnicos nem incentivou a difusão de maiores conhecimentos mineratórios, mesmo desejando o aumento da produção aurífera. Entretanto, embora no século XVIII as atenções e preocupações da Metrópole se voltassem principalmente para a atividade mineradora aurífera e diamantífera, o açúcar rendeu bem mais aos cofres reais (um total de 300 milhões de libras) do que as minas, cujos rendimentos totalizaram 200 milhões de libras, segundo cálculos do final do século.
(Angela V. Botelho e Liana M. Reis. Dicionário histórico Brasil: colônia e império, 2008.)
A partir do excerto e da história da América portuguesa no século XVIII, conclui-se que a economia era