A Coroa tentou, de várias formas, incentivar a integração do índio e evitar o etnocídio (leis em 1570, 1588, 1596, 1605 e 1611); o próprio processo de colonização, porém, implicava a morte do índio, sua desapropriação e aculturação. Nisto participou ativamente a Igreja Católica, particularmente os jesuítas, que colocaram os índios sob sua proteção e sonharam com uma ordem cristã, marcada por fortes laços mercantis com a Europa e pela imposição da cultura ocidental, tal como se concretizou nas missões no sul do Brasil, no Uruguai e no Paraguai.
(Francisco C. T. da Silva. “Conquista e Colonização da América Portuguesa”. In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil, 2016.)
Na América Portuguesa, essa política da Coroa e da Igreja