A criação das desigualdades regionais, no Brasil, pode ser encarada como motor principal das migrações internas que acompanham a industrialização, nos moldes capitalistas. Admitindo-se que a migração interna é um processo social, deve-se supor que ele tenha causas estruturais, que impelem determinados grupos a se pôr em movimento, sendo essas causas, quase sempre, de fundo econômico.
No contexto das migrações internas brasileiras, é correto afirmar que a década de 90 do século passado se caracterizou