A crise financeira da incorporadora Evergrande, gigante do setor da construção civil da China, espalhou tensões pelos mercados de todo o mundo. Na avaliação do economista Leonardo Burlamaqui, os problemas da incorporadora ocorrem num momento em que a China conduz mudanças estruturais na economia. O foco da China é o aumento relativo do peso do consumo, em detrimento dos investimentos, e a redução das desigualdades. Isso resultará em desaceleração do crescimento econômico chinês, deixando para trás os avanços em torno de 10%, e exige uma “arrumação no meio de campo”, diz Burlamaqui.
(www.istoedinheiro.com.br. Adaptado.)
Dentre outras razões, a situação exposta no excerto pode impactar a economia brasileira com a redução das exportações de