(...) a era da fotografia instantânea (...) pode ter reverberações em nossa personalidade. (...) vale lembrar: sua memória talvez agradeça se você parar e dar uma boa olhada no que vai fotografar antes de efetivamente apertar o botão.
É como num “show”. Em vez de assisti-lo pelo celular, gravando tudo o que está acontecendo, tente aproveitar um pouco mais o momento. No fim, a única memória que importa é aquela gravada nos seus neurônios. Você é feito delas, não da sua “timeline” do Instagram.
(Revista SUPERINTERESSANTE – março/2019)
Quatro erros gramaticais cometidos nesse fragmento de reportagem serão devidamente corrigidos substituindo-se: