A Espanha era uma metrópole durável, mas de modo nenhum desenvolvida. Se as colônias exportavam produtos primários, a Espanha também o fazia. Se as colônias dependiam da marinha mercante estrangeira, também a Espanha dependia. Se as colônias eram dominadas por uma elite senhorial, pouco disposta a economizar e a investir, também o era a Espanha. As duas economias diferiam numa única atividade: as colônias produziam metais preciosos.
(John Lynch. “As origens da independência da América Espanhola”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina, 2001. Adaptado.)
A análise do texto permite afirmar que