ENEM/OBJ 2025 · Questão 76
A expansão econômica chinesa nas duas primeiras décadas do século XXI é marcante. Notícias divulgadas pela mídia dão conta dos investimentos da China em diversos locais do mundo, inclusive a América do Sul, como mostra o excerto a seguir:
ELO FORTE. O comércio é o elo mais forte da China com a região. Em 2013, os EUA eram o maior parceiro comercial da América do Sul, com US 304 bilhões. Somente a Colômbia e o Equador, aliados dos norte-americanos, ainda comercializam mais com os EUA do que com a China. E, mesmo nesses países, a China está se aproximando. A demanda chinesa por commodities tem impulsionado essa mudança. As exportações de minério de cobre do Chile para a China quase triplicaram durante a década. As exportações de soja do Brasil quase dobraram. As aquisições fazem aumentar a influência política da China, enquanto as matérias-primas são usadas para produzir exportações. Atualmente, a maioria dos países sul-americanos também importa mais da China do que dos Estados Unidos. Cada vez mais, essas são importações de produtos mais complexos, de veículos elétricos a painéis solares.
As empresas chinesas também investem uma grande quantidade de dinheiro na América do Sul. Desde 2000, elas investiram mais de US$ 168 bilhões na região, principalmente no Brasil. Os favoritos, como mineração e agricultura, agora são complementados por negócios em telecomunicações, energias renováveis e serviços públicos de eletricidade. Embora o investimento tenha diminuído recentemente, o valor dos projetos recém-anunciados voltou a subir em 2023. Ainda assim, o investimento chinês fica atrás do investimento da Europa e dos EUA.
The Economist, in O Estado de São Paulo, 15/5/2025.
A atuação econômica da China na América do Sul se mostra uma
Resolução passo a passo com explicação detalhada
Geografia > Geopolítica Econômica > Hegemonia Global e Disputas Comerciais