A fosfoetanolamina (estrutura mostrada a seguir) ganhou o noticiário nacional depois de ter sido apontada como revolucionária no tratamento do câncer. Todavia, especialistas vêm alegando a necessidade de maiores estudos e testes clínicos.
A questão virou caso de Justiça depois que pacientes ganharam liminares para que a Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos — instituição responsável pelas pesquisas — distribuísse a fosfoetanolamina em cápsulas. A própria USP, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e diversas autoridades médicas alegam que a droga não passou por testes em humanos, por isso nem mesmo pode ser considerada um remédio.
A fosfoetanolamina pode ser preparada sinteticamente pela reação da aziridina com ácido fosfórico, conforme o esquema:
Sabendo que a massa molar da aziridina é 43g mol−1, marque a alternativa que apresenta a massa de aziridina necessária para produzir 3 mol de fosfoetanolamina, considerando que a reação ocorra com rendimento de 60%.