A grande massa de consumidores dos países continentais da Europa funcionava num mercado inteiramente diferente do mercado da Inglaterra. Os consumidores dos países continentais só podiam comprar artigos mais baratos e inferiores. O que eles podiam fazer em casa, faziam; os pobres do século XVIII entravam o mínimo possível no mercado para comprar. Tratava-se, quase sempre, de obra de artesãos que produziam artigos têxteis e até ferramentas de acordo com a tradição local, e não com algum padrão regional ou nacional.
(David S. Landes. Prometeu desacorrentado, 1994. Adaptado.)
O autor refere-se à dificuldade de expansão da Revolução Industrial da Inglaterra para o continente europeu devido