A historiografia hispano-americana manteve um interessante debate sobre o caráter revolucionário ou não do processo de independência da América Espanhola. Questionava-se até que ponto as transformações ocorridas alteram as estruturas econômico-sociais coloniais. No caso do Brasil, esta hipótese jamais foi levantada [...].
(Maria Ligia Prado. A formação das nações latino-americanas, 1985.)
Tal hipótese não foi levantada porque