A ideia de indivíduo isolado, livre para fazer o que quisesse, não existia na mentalidade medieval. Alguém sempre estava subordinado a um grupo, dependia da proteção e devia fidelidade a alguém ou a uma instituição. O indivíduo que se considerava livre, não sujeito a nenhuma proteção e fidelidade, era o marginal, pois encontrava-se à margem das regras medievais e deveria ser perseguido pelos poderes estabelecidos: castelão, Igreja e rei.
(CÁCERES, 1996, p. 126).
A característica coletivista das sociedades feudais europeias, indicada no texto, estava diretamente associada