A ideia de que um dia paraplégicos possam controlar membros pelo pensamento não é mais uma fantasia. Atualmente ondas cerebrais podem controlar o funcionamento de cursores computacionais, pernas e braços robóticos e, em breve, um exoesqueleto ou um traje robótico. Neurochips implantados com microelétrodos no crânio extrairão os comandos motores naturais necessários para manipular um exoesqueleto de corpo inteiro. O envio de sinais do córtex externo, semelhante a uma casca, iniciando o movimento do exoesqueleto representa o que há de mais moderno em tecnologia bioelétrica, aperfeiçoada em anos recentes. É claro que os sinais detectados no cérebro deverão ser transmitidos para as próteses dos membros.
(NICOLELIS, 2012).
A possibilidade de paraplégicos poderem realizar movimentos controlados dos membros locomotores como uma conquista da neuroengenharia está fundamentada na morfofisiologia nervosa.
Nesse contexto, é correto afirmar: