A Igreja era a maior detentora de terras naquela sociedade essencialmente agrária. Ela controlava as manifestações mais íntimas da vida dos indivíduos. Ela legitimava as relações horizontais, sacralizando o contrato feudo-vassálico, e as verticais, justificando a dependência servil.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 1988. Adaptado.)
Essa instituição