A importância desses empreendimentos é que, ao afirmarem um padrão cultural de espaços privatizados com autossuficiência em relação à cidade, reconfiguram o espaço urbano. Nessa nova configuração da cidade esses empreendimentos se generalizaram e se difundiram como se fossem uma forma arquitetônica, mas a rigor são uma forma de propriedade.
(Paulo C. X. Pereira. “Metropolização, reestruturação imobiliária e reconfiguração da cidade de São Paulo”. In: Alvaro Ferreira et al (orgs). Metropolização do espaço, 2013. Adaptado.)
Considerando a produção do espaço urbano, é correto afirmar que os empreendimentos citados no excerto correspondem