A instabilidade imperial se acha disfarçada, em nível nacional, pelo rodízio incessante dos gabinetes e pela intervenção direta do imperador, que substitui a seu talante (não havia outro) as situações partidárias […]. Sérgio Buarque recorda a função das substituições ministeriais do tempo do Império […].
(Evaldo Cabral de Mello. “Posfácio”. In: Sérgio Buarque de Hollanda. Capítulos de história do Império, 2010. Adaptado.)
No Brasil do Segundo Reinado, a “instabilidade” mencionada no excerto