“A invenção de uma vocação agrícola para a Amazônia formava a base de justificativa dos empresários-colonizadores, com o respaldo das políticas e discursos governamentais para os projetos de colonização. A sua viabilidade econômica era o argumento apresentado aos futuros colonos que iriam aparecer como os novos bandeirantes, associados à imagem de desbravadores da Amazônia”.
GOMES, Ângela de Castro; GUIMARÃES-NETO, Regina Beatriz. Trabalho escravo contemporâneo: tempo presente e usos do passado. Rio de Janeiro, FGV, 2018, pp. 138-139.
A partir do texto-base, em relação à chamada “frente de expansão agrícola” da Amazônia, que inclui o desenvolvimentismo do Estado de Mato Grosso nos últimos 50 anos, é correto afirmar que: