A longo prazo, dizia o economista John Maynard Keynes, estaremos todos mortos. A longo prazo, talvez seja o caso de parafrasear, estaremos todos menos sujeitos a morrer atingidos por armas de fogo hoje livremente negociadas nos mercados internacionais. Essa é a expectativa, entre otimista e realista, que se pode cultivar agora que a Assembleia-Geral das Nações Unidas — depois de duas décadas de pressões e sete anos de negociações — acaba de aprovar por esmagadora maioria o primeiro tratado sobre o comércio internacional de armamentos convencionais, que movimenta cerca de US$ 70 bilhões por ano.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,uma-fresta-se-abre-na-onu-,1016845,0.htm
A reportagem acima refere-se ao recém-aprovado Tratado sobre o Comércio de Armas (TCA). Sobre esse tema, é correto afirmar: