A mandioca, em farinha ou goma (tapioca), constitui a base da alimentação indígena. Ela tem carboidratos, fibras, vitamina C, fósforo e potássio, que saciam a fome e dão energia na medida certa. A de polpa amarela tem, ainda, a vitamina A e betacaroteno, que fazem bem para a pele. Mas atenção: a mandioca contém glicosídeos cianogênicos, substâncias tóxicas, e, por isso, ela não deve ser ingerida crua. Essas substâncias são desativadas pela fervura, devendo-se desprezar a água do cozimento e, de preferência, cozinhar com a panela destampada.
(www.revistaporanduba.com.br/panela-de-barro/dieta-indigena/. Adaptado)
Durante a fervura da água para o cozimento da mandioca, está ocorrendo a seguinte mudança de estado físico: