A mesma preocupação de imitar os primeiros Pais da Igreja, de vencer o orgulho, de se libertar das vaidades, a vontade de se desviar das ilusões da aparência a fim de melhor ouvir a palavra de Deus, impunha o banimento das imagens dos mosteiros. Os Cistercienses as julgavam úteis para o ensinamento dos pobres. Quanto aos Cistercienses, ao procurar uma fusão total com o Espírito, eles as recusavam, retomando a condenação de toda figuração pela Igreja primitiva.
(Georges Duby. Art et société au Moyen Age, 1997. Adaptado.)
A ordem beneditina dos Cistercienses, fundada no final século XI, renovou profundamente o monasticismo,