A mineração solicita o máximo de atenção do poder metropolitano. Acrescenta-se no quadro o valor superior que quase misticamente passaram a atribuir ao ouro grandes impérios, como o português. O poder real aparecia nas Minas Gerais com fins de vigilância e taxação da atividade mineradora: se estudiosos daquele ciclo de civilização têm insistido na obsessão áurea dos homens comuns, a mesma obsessão dominava os prepostos da coroa.
(Lourival Gomes Machado. Barroco mineiro, 1991. Adaptado.)
O excerto traz informações sobre as diretrizes do império português, vigentes na metrópole e na colônia do Brasil, no século XVIII, a saber: