“A momentânea hegemonia do pensamento positivista não foi capaz, contudo, de sustentar um projeto de ‘direção técnica do Estado’. O curto período de intervenção militar e de política econômica não-ortodoxa, além disso, não poderia ter dado oportunidade à criação e controle de novos órgãos técnicos no Estado ou de ampliação de postos na indústria.”
(HEINZ, F. M. Positivistas e republicanos. Revista Brasileira de História, n. 58, p. 263-289, 2009 citando DIAS, 1994, p.18)
Sobre o movimento tenentista no Brasil, não podemos afirmar: