A mortalidade infantil é classicamente considerada um dos melhores indicadores do nível de vida e bem estar social de uma população e indica o número de óbitos de crianças que morrem antes de completar 1 ano de idade, a cada grupo de 1000 crianças que nascem vivas. A mortalidade até os 8 dias de vida (mortalidade infantil neonatal precoce) resulta da complexa conjunção entre fatores biológicos, socioeconômicos e assistenciais, esses últimos relacionados à atenção à gestante e ao recém-nascido.
A tabela seguinte relaciona os índices de mortalidade infantil e de mortalidade infantil neonatal precoce do Brasil e das regiões brasileiras, no período de 2000 a 2010.
Com base nas informações do texto e da tabela, foram feitas as seguintes afirmações a respeito da
situação de saúde do Brasil:
I. Ainda que, no período, a mortalidade infantil tenha diminuído em todas as regiões brasileiras, aumentou a diferença entre as maiores e as menores taxas, revelando que a desigualdade em termos da saúde aumentou no período.
II. No período, os óbitos da mortalidade neonatal precoce representaram o principal componente da mortalidade infantil, respondendo por metade ou pouco mais da metade dos óbitos no primeiro ano de vida.
III.De 2000 a 2010, o fato que a mortalidade neonatal precoce tenha diminuído mais em proporção à redução da mortalidade infantil, comprova que o país já resolveu os desafios da atenção à gestante e ao recém –nascido.
IV.De certa forma, o panorama da mortalidade infantil no pais retrata a situação de desigualdade do pais quanto aos índices de cobertura por saneamento básico, estes mais adequados nas regiões em que os índices de mortalidade infantil são maiores.
A interpretação correta das informações do texto e da tabela permitem apontar como corretas apenas as afirmações