A natureza do trabalho minerador propiciou a concentração de atividades comerciais, artesanais e administrativas nas principais vilas da capitania. Os escravos não realizavam apenas as tarefas diretamente relacionadas com a mineração; transporte, construção e comércio ambulante eram trabalhos executados tanto por escravos como por homens livres.
Foi na capitania de Minas Gerais que se registrou o maior número de alforrias na época colonial.
Se para os mineradores e homens livres em geral a exploração se fazia através de tributos, para os escravos ela se manifestava em longas e penosas jornadas de trabalho, falta de alimentos e condição de vida degradante. Minas Gerais foi a capitania com maior número de quilombos na história do Brasil colonial.
(Andréa Gonçalves e Iris Kantor. O trabalho em Minas colonial, 1996. Adaptado.)
As informações do texto permitem afirmar, corretamente, que a sociedade de Minas Gerais, no século XVIII,