A noite de 26 de setembro de 2021 começou com os partidários de Olaf Scholz, líder do partido social-democrata (SPD, na sigla em alemão), o saudando em êxtase. Mas foi só mais tarde, quando seu partido assumiu a liderança na contagem de votos, que Scholz foi à televisão declarar que os eleitores lhe haviam dado a tarefa de formar um “governo bom e pragmático para a Alemanha”.
Seu rival conservador, Armin Laschet, da União Democrática Cristã (CDU/CSU), respondeu, argumentando que se tratava de formar uma coalizão entre os membros do Parlamento, e não apenas de obter “uma maioria aritmética” na votação popular. Em outras palavras, na visão dos conservadores, o SPD não está no poder ainda.
(www.bbc.com, 27.09.2021. Adaptado.)
O argumento apresentado pelo líder conservador justifica-se porque