A onda de regimes militares direitistas que começou a inundar grandes partes da América do Sul na década de 1960 — o governo militar jamais saíra de moda na América Central — não respondia, basicamente, a rebeldes armados. Na Argentina, eles derrubaram Juan Domingo Perón. As Forças Armadas tomaram o poder no Brasil em 1964 contra os herdeiros do grande líder Getúlio Vargas. No Chile, o inimigo foi o que a tradição europeia conhecia como “frente popular”.
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
O contexto em que esses regimes foram implantados no Brasil, na Argentina e no Chile está relacionado