“A participação dos descendentes de africanos nas irmandades católicas já foi vista como uma forma de acomodar os escravos e negros libertos à sociedade escravista. Pesquisas mais recentes têm demonstrado, porém, que as irmandades dos negros foram espaços importantes para recriação e vivência de identidades sociais muito distantes dos presumíveis interesses senhoriais.”
(VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Imperial [1822-1889]. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. p. 391)
As Irmandades, que se difundiram no Brasil colonial entre os séculos XVII e XVIII, ganharam novo status após a Constituição de 1824.
De acordo com o texto relativo às Irmandades negras católicas, a historiografia mais recente tem dado destaque