“A partida da grandiosa esquadra estava marcada para 8 de março. Filas intermináveis de carregadores entravam e saíam dos navios. Antônio não tinha tempo de se coçar. Passava os dias na tasca, servindo os fregueses, e tudo parecia normal, a não ser pelo fato de que não conseguia mais beber nem comer.
Sentia-se bem disposto. Com energia demais até. Ia de mesa em mesa com uma velocidade espantosa, era capaz de ouvir vários pedidos ao mesmo tempo e chegava a adivinhálos”.
(JAF, Ivan. O vampiro que descobriu o Brasil. São Paulo: Ática, p.9-10)
A data citada no texto refere-se à vinda das esquadras portuguesas ao Brasil, na qual embarca clandestinamente Antônio Brás, português já vampirizado, que quer encontrar seu agressor, cuja meta inicial era a de