A partir de 1935, o regime nazista chegou a particularizar sua política demográfica, através da criação das Lebensborn, ligadas às atividades dos soldados SS. Autênticas “fontes de vida”, funcionavam num estágio intermediário entre maternidades e haras humanos. Seu objetivo geral era o de incrementar a expansão da raça ariana através do controle biológico da concepção e da procriação, além da subsequente educação das chamadas “crianças SS”.
(Alcir Lenharo. Nazismo: “o triunfo da vontade”, 1986. Adaptado.)
O texto revela que a política demográfica do nazismo