"A paz do Rio da Prata é um interesse brasileiro, patente e confessado também; e o Brasil, que teria podido ditar a paz naquele rio, que foi instado, e muito, para o fazer, deixou que o incêndio que consome os elementos da nacionalidade uruguaia continuasse a lavrar, e que esse incêndio chamegasse sobre todos os brasileiros."
Justiniano José da Rocha. A política do Brasil no Rio da Prata, apud Dea Ribeiro Fenelon. 50 textos de história do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1986, p. 98. Adaptado.
O texto, escrito em 1850, demonstra a defesa de uma política brasileira intervencionista no Rio da Prata. Tal proposta foi, nos anos seguintes,