A permanência de D. Pedro no Brasil, após o retorno de D. João VI e da família real a Portugal, gerou grande descontentamento nas Cortes portuguesas, que passaram a insistir no retorno do príncipe. Por sua vez, apoiado pelos grandes latifundiários coloniais, D. Pedro tomou uma série de medidas que aumentaram o antagonismo em relação ao parlamento lusitano, como a criação do decreto do “cumpra-se” e a convocação de uma assembleia constituinte em junho de 1822. A partir dessas atitudes de D. Pedro, pode-se afirmar que