A política que Portugal realizou, no particular do comércio de seu mundo ultramarino, foi caracterizada pela ausência quase total do elemento estrangeiro. Era essa, aliás, a prática de vários povos que efetuavam e possuíam impérios coloniais, e decorria da preocupação de evitar, com a concorrência econômica, as perdas territoriais, o desaparecimento do controle dos negócios, o que tudo significava perigo para o exercício do domínio colonial.
(Arthur Cézar Ferreira Reis. “O comércio colonial e as Companhias Privilegiadas”. In: A época colonial, tomo I, vol 2, 1960.)
O excerto alude a