“A primeira coisa, portanto, é dizer a vós mesmos: Não aceitarei mais o papel de escravo. Não obedecerei às ordens como tais, mas desobedecerei quando estiverem em conflito com a minha consciência. O assim chamado patrão poderá surrar-vos e tentar forçar-vos a servilo. Direis: Não, não vos servirei por vosso dinheiro ou sob ameaça. Isso poderá implicar sofrimentos. Vossa prontidão em sofrer acenderá a tocha da liberdade que não pode jamais ser apagada.”
CANÊDO, Letícia Bicalho. A descolonização da Ásia e da África. São Paulo: Atual; Campinas, SP: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1986. p. 45.
Esse trecho apresenta uma estratégia utilizada nos movimentos de descolonização posteriores à Segunda Guerra Mundial, conhecida como: