A Primeira Guerra levou para o front exércitos de massa e afundou os soldados em trincheiras, varridas intermitentemente por metralhadoras, granadas e pelo fogo de morteiros. [...]
Em mais ou menos noventa dias, [a doença] iria infectar um quinto da população mundial e matar de 20 a 50 milhões de pessoas, ultrapassando o resultado de quatro anos de guerra global ininterrupta. Chamava-se “influenza espanhola”.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. A bailarina da morte: a gripe espanhola no Brasil, 2020. Adaptado.)
As transformações tecnológicas que ocorriam desde o final do século XIX, além de criarem armas mais mortíferas,