A primeira vacina a ser registrada contra o SARS-CoV-2 foi a Sputnik 5, desenvolvida pela Rússia. Assim como várias outras vacinas que estão sendo desenvolvidas pelo mundo, a Sputnik 5 usa um adenovírus como vetor para injetar uma sequência do SARS-CoV-2 na célula humana e assim comandar a síntese de uma proteína, que estimulará a produção de anticorpos contra a doença. Esse mecanismo de ação já é utilizado pelo ser humano na produção de insulina e hormônio do crescimento por bactérias.
O processo é conhecido como: