A qualidade dos vinhos que hoje se vendem no mercado é controlada e regulamentada por instituições. Os vinhos só podem ser comercializados desde que cumpram os requisitos estabelecidos por lei depois de devidamente comprovados em laboratório e no teste de degustadores. O grau com que se manifesta o defeito é determinante para a viabilização ou não do vinho como produto alimentar. No vinho podem existir defeitos leves ou menores que não inviabilizam o seu consumo e defeitos graves que depreciam fortemente a bebida, inclusive tornando-o inviável. Um dos defeitos é a formação do ácido acético. A oxidação é umas das alterações mais comuns em vinhos. A presença de oxigênio produz, primeiramente, acetaldeído, que apresenta aroma herbáceo e rançoso. Depois, se produz ácido acético, com aroma de vinagre.
Para verificar a viabilidade do vinho, calcule a constante de ionização de uma solução de ácido acético a 0,1M que está 1,3% ionizado