A questão de como decorar as igrejas cristãs fez reviver as discussões sobre o problema geral da imagem e o seu uso na religião cristã. O Papa Gregório Magno, que viveu no final do século VI, defendeu o seu uso, argumentando que muitos membros da Igreja não sabiam ler nem escrever e, que, para ensiná-los, essas imagens eram úteis. Disse ele: “A pintura pode fazer pelos analfabetos o que a escrita faz pelos que sabem ler”.
(Ernest H. Gombrich. A história da arte, 1993. Adaptado.)
A decisão tomada pelo Papa Gregório Magno expressava