A questão do poderio nuclear tem sido bastante evidente em nossos dias. Vez por outra, noticiários o trazem e aumentam as desconfianças e medos quanto à possibilidade de um desastre nuclear sem precedentes. Leia o trecho a seguir:
O mundo respirou aliviado no Natal de 1991, quando Mikhail Gorbachev renunciava ao governo da União Soviética (URSS), pondo fim a mais de 74 anos de comunismo na Rússia. Achava-se que, por fim, o risco de um holocausto nuclear havia acabado. Duas décadas depois, o perigo se faz presente e ameaçador. Se por um lado, países como o Brasil e a África do Sul aderiram ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, por outro, a fechada Coréia do Norte o abandonou em 2003. O Irã, signatário do Tratado desde 1968, vê aumentarem as suspeitas sobre a natureza de seu programa nuclear, acusado pelos EUA de possuir fins militares. Israel mantém sob sigilo seu programa atômico, havendo relatos de que já possuiria centenas de ogivas.
(http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/constante-ameaca)
A partir do comentário acima e dos seus conhecimentos, é possível constatar que tais questões são desdobramentos e sempre desvelam um episódio histórico contemporâneo como pano de fundo. Referimo-nos a: