“O meu sonho era tão bom que eu não queria acordar. Quando, afinal, despertei, já estava o sol bem alto e já não tinha mais ninguém lá dentro do alojamento [...] Estava sozinho num mundo vazio, sem gente nem carros, silêncio. Assustei-me e perguntei pras paredes, pros montes de brita, pra pilha de tijolos: – Pra onde fugiu a humanidade? Sumiu toda?” (p. 90).