A reportagem a seguir refere-se ao município de São Paulo.
Em tempos de intensa preocupação com as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti – dengue, zika e chikungunya –, um mal antigo continua presente e matando mais gente que o contrai do que a dengue: a leptospirose. No ano passado, a doença registrou sua maior taxa de letalidade desde 2011. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, foram 162 casos e 22 mortes – a cada sete pessoas infectadas com leptospirose, uma morreu. O cenário demonstra uma persistência da leptospirose, que é transmitida pela urina de ratos contaminados, e acende o alerta para a população e médicos sobre sintomas como febre, fadiga e dor muscular posterior em até 30 dias do contato com enchentes, lixo ou lama de locais de risco de roedores.
Disponível em: . Acesso em: 17/05/2019 (adaptado).
Além das ações de prevenção que busquem minimizar o problema descrito na reportagem, a secretaria de saúde do município de São Paulo, conhecendo o clima da cidade, deve se preparar para a maior ocorrência da doença em destaque no texto, no mês de