A República criou uma cidadania precária, porque calcada na manutenção da iniquidade das estruturas sociais — acentuou as distâncias entre as diversas regiões do país, cobrindo-as com a roupagem do federalismo difuso da 'política dos governadores', ou dando continuidade à geografia oligárquica do poder que, desde o Império, diluía o formalismo do Estado e das instituições.
Elias Thomé Saliba. Raízes do riso. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 67.
A partir do texto, é possível afirmar que a implantação da República brasileira