Nos seus melhores poemas (consagrados pela crítica especializada), o poeta sempre mantém a métrica, a rima, as estrofes regulares e uma linguagem bastante apurada. “Quem pagará o enterro e as flores / Se eu me morrer de amores? / Quem, dentre amigos, tão amigo / Para estar no caixão comigo? / Quem, em meio ao funeral / Dirá de mim: – Nunca fez mal... / Quem, bêbado, chorará em voz alta / De não me ter trazido nada?/