A Rússia tem exercido um importante papel diplomático em relação à crise síria. No início da insurgência, esse país europeu vetou uma série de medidas nas Nações Unidas, contrariando os interesses americanos. Após o ataque químico de 21 de agosto [2013], em que mais de 1 400 foram mortos, a diplomacia russa também negociou o acordo em que o ditador Assad comprometeu-se a destruir seu arsenal. Os EUA ameaçavam, à época, intervir militarmente. Apesar dos esforços internacionais, a instabilidade e violência seguem por todo o país.
(POR PAZ... 2013).
O contexto mundial em que se insere a questão da Síria se caracteriza, entre outros,